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Convite a resignação


Enquanto debandam das lides enobrecedoras trabalhadores que 
te pareciam exemplo de estoicismo, sentes o coração dilacerar-se e tens a impressão de que não suportarás os rudes embates que se sucedem, contínuos...

À medida que o entusiasmo diminui e a realidade das tarefas apresenta as legítimas dimensões do empreendimento espiritual, consignas a presença do desânimo...

Afinal, refletes, estão escassos os líderes autênticos, aos teus olhos, enquanto a confusão aumenta e a face do cepticismo gargalha vitoriosa...

Estados da alma



Essa melancolia profunda que chega, sorrateira, e se enraíza no coração, é saudade de regiões mais felizes, onde a dor não mais tem razão de ser, e o Espírito aspira por ali viver. Imanado ao corpo, como se estivesse encarcerado em cela estreita, as forças lhe diminuem, fazendo-o cair em abatimento.

Essa tristeza inexplicável, que derrama sombras nas paisagens íntimas, resulta, algumas vezes, de recordações de fatos ditosos, ora distantes, que parecem não mais se repetirão. O Espírito, sentindo-se impedido de fugir das algemas carnais, entorpece-se e tomba em desânimo.

Ante a Desencarnação




(...) Ama os que foram instrumento da tua carne ou razão da tua felicidade, sem os constrangeres a uma temporada mais longa entre as limitações do vaso carnal.

Saudosos da Grande Pátria anseiam por voltar, embora as retenções no caminho.

Não os atormentes com teu amor. Eles prosseguirão contigo noutro estado de consciência.

Suicídio Moral




Vários são os mecanismos que desencadeiam o autocídio. Multiplicam-se desde aqueles de natureza moral aos terríveis sofrimentos que defluem de enfermidades degenerativas e dolorosas, passando pelos dramas existenciais e torpezas do comportamento, aflições econômicas e sociais... Entre outros, os transtornos psicológicos em forma de depressão respondem por altas cifras de desencarnações pelo suicídio.

Conversações Doentias

Conversações Doentias
Conversações Doentias


Semelhante a carro de lixo que espalha emanação morbífica por onde passa, as conversações doentias assinalam os roteiros por onde seguem.

Quando se instalam, destroem o domicílio da paz e a suspeita se aloja, vitoriosa, atormentando, implacável.

Como gás de fácil expansão, o tóxico da informação menos digna se expande, asfixiando esperanças e matando aspirações superiores.

Por onde passa, a conversação infeliz gera a hipocrisia, desenvolvendo uma atmosfera antifraterna em que assenta suas afirmações.

A má palestra nada poupa. Facilmente se dissolve em ácido calunioso ou brasa acusadora; atinge corações honestos e enlameia famílias enobrecidas pelo trabalho; deslustra uma existência honrada com uma frase, atirando ignomínia e desdouro; estimula a mentira, que se transforma em injúria, fomentando crime e loucura.

Nutrida pela ociosidade a conversação insidiosa é mãe da corrupção moral.

Se os ensinos edificantes tentam exaltar a dignidade e o dever, oferecendo campo à verdade e ao brio, o veneno da informação descaridosa aparece pretextando ingenuidade e destrói, impiedoso, a cultura da dignidade.

Convite ao Estudo

Convite ao Estudo
Convite ao Estudo
“O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem e o homem mau, do mau tesouro tira a mal; porque a sua boca fala o de que está cheio o coração.” (Lucas, 6:45.)

Pugnadores do ceticismo diante das investigações das ciências modernas apresentam apressadas conclusões pessimistas através das quais subestimam os informes espiritualistas com sarcasmos e azedumes.

Tratadistas da negação arremetem, desesperados, contra as expressões imortalistas, apoiando-se nas filosofias do desespero como se elas pudessem equacionar todos os enigmas da inquietação humana.

Anarquistas apaixonados, face às alterações econômico-sociais, arremetem revoltados, em fúria brutal, contra as vivas lições cristãs, como desejando tudo romper e aniquilar.

Assumem atitudes aberrantes os hodiernos condutores da mente e do comportamento do homem, a reivindicar chegado o período da felicidade, que é aflição disfarçada pelos alucinógenos e gozos fugazes em prenúncio da grande degradação em massa...

Convite a resignação

Convite a resignação
Convite a resignação
Enquanto debandam das lides enobrecedoras trabalhadores que te pareciam exemplo de estoicismo, sentes o coração dilacerar-se e tens a impressão de que não suportarás os rudes embates que se sucedem,
contínuos...

À medida que o entusiasmo diminui e a realidade das tarefas apresenta as legítimas dimensões do empreendimento espiritual, consignas a presença do desânimo...

Afinal, refletes, estão escassos os líderes autênticos, aos teus olhos, enquanto a confusão aumenta e a face do ceticismo gargalha vitoriosa...

Tudo te parece sombrio com perspectivas ainda mais tristes.

Não descoroçoes, porém.

Não tomes como modelo para meditação os exemplos dos maus exemplos.

Malgrado as dificuldades aparentes, a vitória do bem e do amor é óbvia, não dando margem à controvérsia.

As asas da Libertação

As asas da Libertação
As asas da Libertação
Se pretendes mergulhar nos fluidos superiores da Vida, desvendando os complexos mecanismo da existência, ora e medita.

A prece levar-te-à ao norte seguro e a meditação fixar-te-á no centro das aspirações superiores, harmonizando-te.

Se desejas permanecer em paz integral, consolidando as conquistas espirituais, renuncia e esquece todo o mal.

A renúncia ensinar-te-á a libertação das coisas e das conjunturas afligentes, e o esquecimento de qualquer mal ser-te-à o piloti para a libertação plena.

Se planejas integração no bem, ampliando a visão do amor, trabalha e serve ao próximo.

O trabalho enriquecer-te-à de valores inquestionáveis, e o serviço da caridade ao próximo proporcionar-te-á oportunidade de iluminação pessoal com doação de felicidade aos outros.

Se queres a consciência tranquila no teu processo de busca e de redenção, persevera e acompanha os que sofrem, não os deixando a sós.

Estados da Alma

Estados da Alma
Estados da Alma
Essa melancolia profunda que chega, sorrateira, e se enraíza no coração, é saudade de regiões mais felizes, onde a dor não mais tem razão de ser, e o Espírito aspira por ali viver. Imanado ao corpo, como se estivesse encarcerado em cela estreita, as forças lhe diminuem, fazendo-o cair em abatimento.

Essa tristeza inexplicável, que derrama sombras nas paisagens íntimas, resulta, algumas vezes, de recordações de fatos ditosos, ora distantes, que parecem não mais se repetirão. O Espírito, sentindo-se impedido de fugir das algemas carnais, entorpece-se e tomba em desânimo.

Esse desencanto insistente, que tira a coragem de lutar e leva à depressão, provém da consciência do degredo que o Espírito experimenta, na Terra, longe dos afetos e da paz que não consegue reencontrar.

Sabendo-se em situação penosa, de provação necessária, receia não conquistar a liberdade para voar...

Tais acontecimentos podem tornar a existência mais amarga, extenuando o ser em luta, que lentamente se entrega e exaure.

Aflições

Aflições
Aflições
Bendize a dificuldade e a incompreensão, no caminho por onde jornadeias com outras almas.

Aflige-se a avezita na casca estreita do ovo que a gerou para defrontar horizontes infinitos.

Aflige-se o embrião humilde na semente vencida para agigantar-se na superfície da terra.

Aflige-se o filete de água, esguichando pela frincha da rocha para correr na várzea ampla.

Aflige-se o botão de rosa dobrado sobre si mesmo, desejando arrebentar-se em perfume para espalhar-se na amplidão.

Aflige-se a lagarta imobilizada na histólise para que a borboleta colorida flutue na leve manhã primaveril.

Aflige-se a alma no casulo da carne para alçar-se aos horizontes da vida imperecível.

No entanto, é necessário examinar em profundidade a própria aflição.

Há aflição que traduz vida e elevação.

Aflição para partir os elos que atam o espírito ao crime, ensejando liberdade.

Nascer de Novo

Nascer de Novo
Nascer de Novo
A debilidade moral enlaçada ao pessimismo faz-te considerar que “tudo está acabado”.

Refletes, chegando à conclusão falsa de que “nada podes agora realizar”.

Na amargura que aflora em tua alma turbilhonada, concluis que a “reencarnação está perdida”.

Anelarias por outra oportunidade. supondo haveres fracassado, desastradamente.

O malogro parece-te irreversível e não dispões de outro recurso senão o desaire, ou, então, o desassisamento.

Refaze anotações, reconsidera a posição mental, examina melhor a problemática do insucesso e perceberás que a experiência, normalmente é decorrência natural dos equívocos a que nos permitimos, transformando-se em lições de que nós não podemos esquecer.

Olha em derredor: a tempestade destroçou tudo e o fantasma da desolação domina.

Logo mais, porém, muda o clima, altera-se a paisagem, a vida ressurge.

Mais além a terra está adusta pela inclemência do sol e o antigo campo, o abençoado pomar, o rico jardim se transformaram em deserto crestado, solo infeliz. Modifica-se, no entanto, a condição climática, chuva generosa faz que tudo reverdeça e primavera ditosa restitui a beleza e a vida em toda parte.

Programa de Autoiluminação

Programa de Autoiluminação
Programa de Autoiluminação
Assume o compromisso do autoburilamento espiritual e não tergiverses no empreendimento.

Lutarás contra fatores vigorosos de natureza interna, que parecerão conspirar, impedindo-te a promoção dos valores relevantes.

Defrontarás empeços que se avolumarão, dificultando-te a marcha.

Surpreenderás sutis convites e fortes imposições incitando-te à desistência.

Crescerão problemas desafiadores, exaurindo-te os esforços de perseverança, numa conspiração em favor da tua deserção.

Incitar-te-ão ao desânimo e repontarão acusações ferinas em rude agressividade contra os teus propósitos de enobrecimento.

Enquanto não abandonaste a craveira comum dos que se encontravam aturdidos na horizontal dos enganos, não chamavas a atenção.

Nas circunstâncias comuns, confundias-te com a turba iludida quanto às finalidades superiores da vida.

Sentias-te inútil e, de certo modo, não produzias no bem nem para o bem.

Sem Retenção Egoística

Sem Retenção Egoística
Sem Retenção Egoística
Proscreve da lavoura dos teus sentimentos o egoístico ignóbil, a fim de poupar-te aflições que podes dispensar.

Mascarando-se, multiface, ele surge e resurge na gleba das tuas aspirações, dominando as tuas paisagens íntimas, produzindo mal-estar e incessante inquietação.

Ama, mas não retenhas, a quem te afeiçoas, nas tenazes fortes dos teus caprichos.

Ninguém pertence a ninguém.

Objetos, valores e posses transitam pelo mundo sob mordomias passageiras, mudando de mãos sob o implacável suceder dos minutos no relógio do tempo.

O egoísmo urdirá manobras hábeis aferrando-te à ganância e à subtração dominadora das coisas, deixando-te iludir na presunção de que és detentor.

Com Alta Significação

Com Alta Significação
Com Alta Significação
Considerando-se os projetos espirituais que dizem respeito à renovação da sociedade terrestre, a tua é valiosa contribuição por menor se te pareça.

Pequeno erro de cálculo e toda uma edificação rui, assim como qualquer colocação inadequada de algum material ameaça o conjunto.

Nas aparentemente insignificantes realizações encontram-se valores de alta significação para o bem geral.

Na área da mediunidade, por exemplo, preocupa-te inicialmente com a autoiluminação, a fim de que irradies claridade interior onde te encontres. Logo depois, elege as tarefas que à vaidade repugnam, que a soberba desconsidera aguardando projeção e destaque na comunidade.

Assume o compromisso íntimo de servir da maneira mais modesta possível, mantendo o intercâmbio psíquico com os benfeitores espirituais que te conduzem a existência, de forma que possas atender, mediante o contributo do conforto moral, os infelizes de ambos os planos da vida, que se te acerquem em aflição...

Medicamento Eficaz

Medicamento Eficaz
Medicamento Eficaz
Desde que o clarão estelar do Espiritismo norteia tua vida, abrindo clareiras luminosas no matagal por onde avanças, em plena vilegiatura carnal, ama aos espíritos árduos que te seguem em pós, na intimidade do ninho doméstico ou em volta das tuas relações. 

O obsessor ultriz, que zurze o açoite da impiedade, quando no além, ao se reemboscar no invólucro de cinza e lama, que se torna matéria, não modifica a estrutura do próprio caráter. 

Impulsionado pela lei ao renascimento junto ao teu coração, esse cobrador insaciável é a tua vítima dantanho, exigindo-te humildade e resgate. 

Amarga as tuas horas; inutiliza os teus melhores planejamentos; inquieta os teus momentos de paz; sombreia o sorriso nos teus lábios antes que irrompa; avinagra o sabor dos teus sonhos; impiedoso, é fiscal e cobrador que não cessa de exigir. 

Se o encontrasses no santuário mediúnico certamente terias comiseração e piedade, oferecendo-lhe o perdão de que tem necessidade, em bagatelas de entendimento fraternal. 

Faze de conta que o corpo de que ele se utiliza, oferece uma psicofonia atormentada de longo curso. 

Doutrina-o com o silêncio da resolução firme. 

Esclarece-o com o verbo eloquente da paciência. 

Ilumina-o com a claridade da tua fé regeneradora. 

Sinceridade

Sinceridade
Sinceridade
“Aliás, não é bom atacar, muito bruscamente, os preconceitos; este seria o meio de não ser ouvido; eis por que os Espíritos falam, frequentemente, no sentido da opinião daqueles que os ouvem, a fim de conduzir, pouco a pouco, à verdade. Adaptam sua linguagem às pessoas, como tu mesmo o fazes, se fores um orador, mais ou menos, hábil (...).” (O Livro dos Médiuns. 2a parte, cap. XXVII, item 301 (3a) CELD.



Em nome da verdade não apliques a palavra contundente sobre a fraqueza daqueles que caminham desequilibrados ao teu lado.

A pretexto de servir à causa do Bem não derrames espinhos pela senda onde segue teu próximo, tentando, dessa forma, ser coerente com as próprias convicções.

Falando em nome do ideal que esposas, evita a exposição petulante dos conhecimentos que um dia te conferiram; apresenta-os aos ouvintes com a simplicidade que agrada e sem a pretensão de emitires o último conceito.

Chamados e Escolhidos

Chamados e Escolhidos
Chamados e Escolhidos
Estejamos convencidos de que ainda nos achamos a longa distância do convívio com os eleitos da glória celeste;

entretanto, pelo chamamento da fé viva que hoje nos traz ao conhecimento superior, guardemos a certeza de que já somos os escolhidos:

para a regeneração de nós mesmos;

para o esquecimento de todas as faltas do próximo, de modo a recapitular com rigor as nossas próprias imperfeições redimindo-as.

para o perdão incondicional, em todas as circunstâncias da vida;

para a atividade infatigável na confraternização verdadeira;

para auxiliar os que erram;

para ensinar aos mais ignorantes que nós mesmos;

para suportar o sacrifício, no amparo aos que sofrem, ainda sem a força da fé renovadora que já nos robustece o espírito;

Ociosidade

Ociosidade
Ociosidade
Sorrateiramente se instala na casa mental, entorpecendo a vontade. 

Disfarça-se de cansaço, sugerindo repouso.

Justifica-se como necessidade de refazimento de forças, exigindo, cada vez, maior soma de horas.

Apresenta-se como enfermidade, impondo abandono de tarefas.

Desculpa-se, em nome da exaustão das energias, que deseja recobrar.

Reage contra qualquer proposição de atividade que implique inconveniente esforço.

A ociosidade é cruel inimigo da criatura humana e fator dissolvente que se insinua nas tarefas do bem, nas comunidades que laboram pelo progresso.

Após vencer aquele de quem se apossa, espalha o seu ar mefítico, contaminando quantos se acercam da sua vítima, que se transforma em elemento pernicioso, refugiando-se em mecanismos de evasão de responsabilidade sob a condição de abandonado pela fraternidade alheia.

O ocioso faz-se ególatra; termina impiedoso.

Solicita direitos, sem cumprir com os deveres que lhe dizem respeito.

Morte e atavios

Morte e atavios
Morte e atavios
(...) A morte é a libertadora do Espírito, após este haver concluído a etapa a que se entregou, com o objetivo de crescer e iluminar-se.

Deve ser divulgada como bênção, já que o fardo carnal constitui experiência evolutiva, que um dia cessa.

Abordada com naturalidade, da mesma forma como são esperados os que irão nascer, o júbilo deve substituir o pesar, a esperança deve superar a angústia da saudade, porque o desencarnado prosseguirá vivendo, reencontrará os que o anteciparam na grande viagem de volta e trabalharão em favor dos que permanecerão estagiando no mundo.

Informado de que os fenômenos biológicos são necessários transitoriamente, o indivíduo se equipa de recursos eternos que sempre conduz no coração e na mente, como alguém que se preparasse, tendo em vista uma larga existência, tomando cuidados com a saúde e com os investimentos, a fim de encontrar-se feliz, quando chegar a velhice, o cansaço...

Toda a existência física tem por meta preparar o Espírito para a despedida dos despojos, o que acontecerá irrecusavelmente, quando menos se espere.

A essa tranquilidade se somará a esperança de que a tarefa ora interrompida poderá ser continuada mais tarde, quando do futuro retorno ao proscênio terrestre, mediante a dádiva da reencarnação.

Feitiços

Feitiços
Feitiços
Augusto Comte ensinava que o homem religioso, analogamente aos seus antepassados dos períodos primevos, prende-se a múltiplos feitiços, pela necessidade de uma fé materializada, sendo a religião uma crendice que o escraviza e amesquinha.

E na atualidade não faltam aqueles que afirmam, estribados em grosseiro materialismo, que a “religião é ópio para a massa”.

Examinando a questão, somos de acordo que a ignorância engendrou, desde épocas mui recuadas, pequenos feitiços para reter em suas malhas quantos não dispunham de lucidez espiritual para elucidar os problemas da fé em suas variadas manifestações...

Nessa época primeira da luta, entre o instinto que cede lugar à inteligência que se afirma, as manifestações dos mortos ensejavam falsas concepções sobre a vida de além-túmulo; e os viandantes da imortalidade imanados às formas grosseiras da matéria compraziam-se em exigir banquetes de sangue e gozo, lecionando exorcismos e práticas compatíveis ao próprio estado evolutivo em que se demoravam.

Desde então, as práticas de Goécia se desenvolveram, avançando através das gerações para, na Idade Média, serem reprimidas a ferro e fogo, em hediondas quanto brutais mancomunações.

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