(...) O materialismo, não admitindo a existência da alma, erigiu o falso conceito, essencialmente egoísta, das chamadas “vidas inúteis”, eliminando-as, friamente, por considerá-las onerosas à sociedade.
Podem chover argumentos em favor da eutanásia, o que não impede, à luz redentora do Espiritismo, sejam os seus responsáveis assassinos que a Justiça do mundo nem sempre pune, mas que a de Deus registra, identificando-os na contabilidade divina, com, vistas a dolorosos resgates, em amargas expiações no futuro, atenuadas, ou agravadas, pela Lei, segundo as suas motivações.


